Metalite 370 GOLD®: Pasta Lubrificante Industrial para Juntas Aparafusadas

A Pasta Lubrificante Metalite 370 GOLD® foi desenvolvida para juntas aparafusadas que exigem proteção, redução de atrito e maior confiabilidade operacional. Além disso, sua formulação pura não contém chumbo, níquel, enxofre, cloro ou flúor, oferecendo maior segurança para aplicações industriais severas.

Em ambientes industriais, a montagem correta de juntas aparafusadas é fundamental para garantir segurança operacional, estabilidade mecânica e facilidade de manutenção. No entanto, muitas empresas ainda enfrentam problemas relacionados ao engripamento de parafusos, corrosão, desgaste prematuro e dificuldade de desmontagem.

Esses problemas se tornam ainda mais críticos em operações submetidas a altas cargas, vibração constante, exposição química e temperaturas elevadas.

Por isso, o uso de uma pasta lubrificante industrial adequada faz toda a diferença na confiabilidade das montagens mecânicas.

Nesse cenário, o Metalite 370 GOLD® foi desenvolvido para aplicações industriais que exigem proteção, lubrificação e maior segurança em juntas aparafusadas.

Além disso, sua formulação pura não contém chumbo, níquel, enxofre, cloro ou flúor.

O que é a pasta Lubrificante Metalite 370 GOLD®?

O Metalite 370 GOLD® é uma pasta lubrificante industrial desenvolvida para aplicação em:

  • Parafusos;
  • Porcas;
  • Prisioneiros;
  • Flanges;
  • Conexões roscadas;
  • Juntas aparafusadas.

Sua principal função é reduzir o atrito durante a montagem e desmontagem de componentes metálicos.

Além disso, o produto ajuda a proteger superfícies contra desgaste, travamentos e engripamento.

Por isso, o Metalite 370 GOLD® é indicado para aplicações industriais que exigem alta confiabilidade mecânica.

A importância da lubrificação em juntas aparafusadas

Muitas falhas industriais começam em sistemas de fixação aparentemente simples.

Quando parafusos e conexões trabalham sob altas cargas ou temperaturas elevadas, o atrito excessivo pode gerar diversos problemas operacionais.

Entre os principais estão:

Engripamento de parafusos

O atrito entre superfícies metálicas pode causar travamento permanente das roscas.

Consequentemente, a desmontagem se torna difícil e pode causar danos aos componentes.

Desgaste das superfícies metálicas

A ausência de lubrificação adequada aumenta o atrito durante o aperto.

Além disso, isso acelera o desgaste mecânico das peças.

Dificuldade no controle de torque

Sem uma pasta lubrificante adequada, o torque aplicado pode não ser distribuído corretamente.

Por isso, o aperto da junta pode perder eficiência.

Corrosão e oxidação

Em ambientes industriais agressivos, conexões metálicas ficam expostas à umidade, produtos químicos e altas temperaturas.

Dessa forma, aumenta o risco de corrosão e travamento.

Como a pasta lubrificante Metalite 370 GOLD® atua?

O Metalite 370 GOLD® foi desenvolvido para melhorar a performance de juntas aparafusadas em aplicações industriais.

Sua formulação cria uma camada lubrificante resistente entre as superfícies metálicas.

Além disso, reduz o atrito durante a montagem e desmontagem dos componentes.

Redução de atrito

O produto facilita o aperto e reduz o desgaste entre as superfícies metálicas.

Consequentemente, melhora a eficiência da montagem.

Proteção contra engripamento

A pasta lubrificante evita travamentos em conexões roscadas.

Por isso, facilita futuras desmontagens e manutenções.

Melhor distribuição de torque

A lubrificação adequada melhora a uniformidade do aperto.

Além disso, ajuda a aumentar a segurança operacional das juntas.

Proteção das superfícies metálicas

O Metalite 370 GOLD® reduz desgaste mecânico e protege os componentes durante a operação.

Formulação livre de metais pesados e halogênios

Um dos diferenciais da Metalite 370 GOLD® é sua formulação limpa.

O produto não contém:

  • Chumbo;
  • Níquel;
  • Enxofre;
  • Cloro;
  • Flúor.

Isso torna a pasta lubrificante uma alternativa mais segura para diversas aplicações industriais.

Além disso, reduz riscos relacionados à contaminação e compatibilidade química.

Aplicações da pasta lubrificante Metalite 370 GOLD®

O produto pode ser utilizado em diferentes segmentos industriais.

Entre as principais aplicações estão:

  • Sistemas aparafusados;
  • Montagens industriais;
  • Equipamentos sujeitos a altas cargas;
  • Flanges industriais;
  • Prisioneiros;
  • Conexões metálicas;
  • Equipamentos de manutenção industrial;
  • Ambientes de alta vibração;
  • Sistemas sujeitos a desmontagens frequentes.

Além disso, pode ser utilizado em processos industriais que exigem facilidade de manutenção preventiva e corretiva.

Benefícios da pasta lubrificante Metalite 370 GOLD®

O uso de uma pasta lubrificante industrial de alta performance gera ganhos importantes para a indústria.

Facilidade de desmontagem

O produto reduz travamentos em conexões metálicas.

Por isso, facilita futuras manutenções.

Redução de desgaste

A camada lubrificante protege as superfícies metálicas contra atrito excessivo.

Maior confiabilidade operacional

A lubrificação adequada melhora a estabilidade das juntas aparafusadas.

Melhor controle de torque

Além disso, ajuda a garantir maior precisão no aperto dos componentes.

Proteção contra corrosão

O produto ajuda a reduzir danos causados por ambientes agressivos.

Por que utilizar pasta lubrificante industrial?

Muitas empresas ainda utilizam produtos inadequados em juntas aparafusadas.

No entanto, isso pode gerar falhas mecânicas, dificuldades de desmontagem e aumento dos custos de manutenção.

Uma pasta lubrificante industrial adequada ajuda a:

  • Reduzir atrito;
  • Melhorar a montagem;
  • Evitar engripamento;
  • Proteger superfícies metálicas;
  • Aumentar a vida útil dos componentes;
  • Melhorar a segurança operacional.

Além disso, contribui para reduzir o downtime industrial.

Por que escolher a Metalite?

A Metalite atua há mais de 20 anos no desenvolvimento de soluções industriais de alta performance.

A empresa fornece produtos voltados para aplicações críticas de vedação e lubrificação industrial.

Além disso, desenvolve formulações específicas para diferentes segmentos industriais.

Os principais diferenciais incluem:

  • Alta performance técnica;
  • Produtos para ambientes severos;
  • Desenvolvimento nacional;
  • Suporte técnico especializado;
  • Maior confiabilidade operacional.

Conclusão

A pasta lubrificante Metalite 370 GOLD® é uma pasta lubrificante industrial desenvolvida para juntas aparafusadas e conexões metálicas.

Sua formulação ajuda a reduzir atrito, evitar engripamento e proteger superfícies metálicas durante operações industriais.

Além disso, o produto não contém chumbo, níquel, enxofre, cloro ou flúor, oferecendo maior segurança e compatibilidade para diferentes aplicações.

Por isso, o Metalite 370 GOLD® é indicado para empresas que buscam maior confiabilidade operacional, facilidade de manutenção e proteção mecânica em sistemas aparafusados.

Conheça também outras soluções de lubrificação industrial da Metalite

Como eliminar paradas não desejadas na sua fábrica

Você já parou para contar quanto sua fábrica perde a cada hora que uma máquina fica parada e como eliminar paradas não desejadas?

E você sabe como eliminar paradas não desejadas na indústria?

Não estamos falando apenas do custo direto da produção perdida. Pelo contrário, estamos falando do contexto geral: a mão de obra ociosa, o desperdício de matéria-prima que estava em processo, o cliente furioso porque a entrega atrasou, e aquela correria toda para consertar algo que deveria ter sido evitado desde o início.

O downtime na indústria é um problema que ninguém gosta de conversar abertamente, pois é uma dor de cabeça que qualquer gestor de manutenção conhece bem. De fato, a verdade incômoda é essa: a maioria das paradas não programadas não acontecem por acaso. Elas são consequência de escolhas que você faz (ou deixa de fazer) muito antes da máquina quebrar.

O verdadeiro custo do downtime na indústria atual é que vai te fazer pensar em como eliminar paradas não desejadas na sua fábrica.

Primeiramente, vamos ser honestos. Quando você senta para fazer o orçamento de manutenção, provavelmente coloca uma linha para peças de reposição, outra para lubrificante, outra para vedantes. E você escolhe a opção mais barata, certo?

Esse é o erro mais caro que você pode cometer.

O impacto financeiro oculto reforça a importância de eliminar paradas não desejadas na sua fábrica

Certamente, a conta não é simples, pois quando aquela máquina para de repente, você está perdendo muito mais do que você imagina.

 

Cálculo

Primeiro vem a produção parada. Se sua fábrica trabalha com margem de 30%, e você produz R$10 mil por hora, cada hora parada é R$3 mil em lucro cessante. Assim sendo, se a parada durar 4 horas (e as piores sempre duram), pronto: R$12 mil que desapareceram.

Depois vem a equipe ociosa. Operadores, encarregados, técnicos de manutenção, todos esperando. Logo, são custos fixos que não geram receita naquele momento.

Tem mais: a matéria-prima em processo. Se você estava no meio de um lote quando parou, aquele material pode ser perdido ou precisar ser reprocessado. Apesar disso, isso não está na sua conta de downtime, mas deveria estar.

E não vamos esquecer do atraso nas entregas. O cliente já estava contando com aquele produto. Por isso, agora você oferece um desconto para não perder a venda, ou pior, acaba perdendo do mesmo jeito.

Em suma, a realidade é que o downtime na indústria custa entre 3 e 5 vezes mais do que você está calculando neste momento.

 

Desgaste prematuro e o risco de falhas catastróficas em equipamentos

Agora vamos falar sobre o que causa essas paradas.

Você conhece aquela máquina que funciona “mais ou menos bem”, mas está sempre dando problema? O rolamento aguenta demais, a correia solta, o vedante vaza? Aquilo não é coincidência. Pelo contrário, é o resultado de um ambiente interno que ficou degradado.

Quando você usa um lubrificante inadequado ou um vedante que não aguenta a pressão real da operação, você não está economizando dinheiro. Na verdade, você está comprando paradas futuras no atacado.

O desgaste começa devagar. Imperceptível. Porém, depois acelera. E quando você menos espera, passa do ponto de não retorno. Como resultado, o rolamento solta peças dentro do óleo, a engrenagem começa a fazer barulho, o equipamento inteiro fica comprometido.

Inegavelmente, isso é uma falha catastrófica.

E sabe o que é pior? Quando a falha é catastrófica, você não está só consertando o componente que falhou. Adicionalmente, você está pagando por:

  • Desmontagem completa do equipamento
  • Limpeza interna (porque entrou sucata lá dentro)
  • Troca de múltiplas peças
  • Possível parada de toda a linha (não só daquela máquina)
  • Perda de horas de engenharia para diagnosticar

Dessa forma, é aqui que entra o orçamento que você “economizou” comprando lubrificante barato que em uma única manhã já precisa de um reparo de emergência.

 

Por que a lubrificação inadequada é a maior vilã da manutenção?

Se você quer eliminar paradas não desejadas na sua fábrica!

Vamos ser diretos: a maioria das falhas mecânicas que você vê acontecer poderia ter sido evitada com uma decisão correta sobre o lubrificante industrial que você escolheu.

Mas por que? Porquê a lubrificação é ciência. É tribologia. Ou seja, é a física de como duas superfícies se comportam quando se encontram sob pressão, calor e movimento.

 

Atrito severo e a elevação extrema de temperatura nos componentes

Imagine dois metais se tocando diretamente, muitas vezes por segundo, sob carga.

Sem uma película lubrificante adequada, você tem atrito puro. E o atrito puro gera calor. Muito calor.

Quando você usa um lubrificante que não é forte o suficiente para aquela aplicação, a película entre os metais fica fina demais. As asperezas das superfícies começam a se tocar. O calor sobe. Consequentemente, a temperatura dentro do componente pode passar de 80°C para 120°C, 140°C. Em alguns casos, mais.

Assim começa a destruição. O óleo começa a se degradar (oxidação). O metal começa a se decompor na superfície (microfissuras). Os aditivos do lubrificante se consomem. Sendo assim, tudo piora cada vez mais rápido.

Você já viu aquele equipamento que “queimou o óleo”? Aquele que esquenta demais e o óleo fica preto e pegajoso em poucos meses? Pois é. Não é um problema de qualidade do óleo necessariamente. Pelo contrário, é um problema de escolha errada de viscosidade e aditivos para aquela aplicação específica.

 

Contaminação de sistemas e degradação acelerada de rolamentos

Não saber disso impede de eliminar paradas não desejadas na sua fábrica.

Um ambiente industrial é agressivo. Poeira, umidade, produtos químicos no ar, tudo quer entrar no seu sistema de lubrificação.

Quando o lubrificante é fraco, ele não consegue fazer sua função de barreira. A contaminação entra. As partículas começam a se acumular. E você sabe o que partículas fazem dentro de um rolamento? Viram ferramentas de corte microscópicas.

O rolamento que deveria durar 3 anos passa a durar 6 meses.

Tem mais: quando você tem contaminação dentro do sistema, a degradação é exponencial. Partículas criam mais partículas. A viscosidade do óleo muda. Portanto, a película  lubrificante fica ainda mais fraca. Dessa forma, é uma espiral para baixo.

E no final, você está trocando rolamentos a cada trimestre, e ninguém entende por quê.

 

O perigo do “lubrificante universal” em condições operacionais severas

Sabemos que é tentador. Um fornecedor chega com aquele frasco que “funciona em tudo”. Máquina de alta velocidade? Funciona. Máquina com muita carga? Funciona. Ambiente com água? Funciona.

Sabe por quê? Porquê ele não funciona bem em lugar nenhum.

Não existe lubrificante universal para ambientes severos. A realidade é:

  • Cada tipo de máquina precisa de uma viscosidade específica
  • Cada nível de pressão exige aditivos diferentes
  • Cada ambiente (quente, úmido, com produtos químicos) precisa de uma formulação que resista àquele ataque específico

Quando você usa um produto genérico, você está aceitando um compromisso que não funciona. Consequentemente, esse compromisso custa caro.

A manutenção não é um custo. É um investimento. E como todo investimento, vale a pena fazer certo.

 

Vedantes industriais de alta performance como barreira de proteção

Agora vamos falar sobre o outro lado da moeda: os vedantes.

Se a lubrificação é sobre o que está dentro, o vedante é sobre evitar que o errado entre (e o certo saia).

 

Prevenção de vazamentos críticos em linhas de fluidos e gases

Um vazamento não é só um desperdício de fluido.

Um vazamento é:

  • Perda de eficiência operacional (porquê a pressão do sistema cai)
  • Risco ambiental e de segurança (se for um fluido agressivo ou inflamável)
  • Contaminação do chão, risco de acidente com os operadores
  • Custo de limpeza e eventual multa ambiental
  • Sinal de que outros problemas estão vindo

Quando você tem um vazamento em uma linha crítica, você está em perigo constante. A máquina pode perder pressão de repente. O processo inteiro fica comprometido. E se for um fluido hidráulico em alta pressão, pode virar um acidente grave.

A verdade é: um bom vedante é o seguro mais barato que você pode comprar.

 

Resistência superior a ataques químicos e pressões extremas

Nem toda gaxeta aguenta tudo.

Se você trabalha com fluidos agressivos, ácidos, solventes, produtos químicos específicos, precisa de um vedante que seja compatível com aquele fluido específico.

Um vedante comum vai degradar. Vai inchar, vai encolher, vai perder a elasticidade. Ou pior: vai reagir com o fluido e virar um gel.

Os vedantes de alta performance da Metalite, por exemplo, são desenvolvidos pensando nessas situações extremas. Dessa maneira, existem variações para cada tipo de fluido, cada nível de pressão, cada temperatura.

Porque o que você precisa é de uma solução que funcione na sua aplicação específica, não em aplicações genéricas.

 

A Abordagem Consultiva da Metalite na Redução de Falhas

Agora chegamos no ponto onde a maioria dos fornecedores de lubrificantes e vedantes falham.

Eles vendem produtos. Pronto.

Por outro lado, a Metalite não funciona assim.

 

Diagnóstico técnico em campo para identificação de causa raiz

A Metalite atua com especialistas e engenheiros nesse atendimento.

Vamos ao seu chão de fábrica. Observamos a máquina em operação. Conversamos com os seus técnicos. Coletamos amostras de óleo. Analisamos histórico de falhas. Por fim, entendemos o ambiente, a temperatura, a pressão e a química.

A pergunta não é “qual lubrificante você quer?”. A pergunta é “por que está falhando?”.

Porquê quando você entende a causa raiz, a solução fica óbvia.

Pode ser que o problema não seja o lubrificante. Pode ser que seja a vedação, a montagem, o intervalo de manutenção ou uma combinação de fatores.

Sendo assim, um diagnóstico honesto te aponta exatamente onde está o problema.

 

Desenvolvimento de soluções personalizadas com produção própria

Se você quer eliminar paradas não desejadas na sua fábrica!

Aqui é onde o jogo muda de verdade.

Porque a Metalite não é uma distribuidora que vende produtos de terceiros. Ela produz.

Isso significa que se o diagnóstico aponta que você precisa de um lubrificante com características bem específicas (viscosidade X, aditivo Y, ponto de gota Z), a Metalite pode formular e produzir exatamente isso.

Você não está preso às opções de catálogo. Em vez disso, você está recebendo uma solução sob medida para a sua aplicação.

E isso faz uma diferença colossal em termos de desempenho. Quando o produto é feito para o seu problema específico, ele não é um compromisso. Certamente, é uma solução precisa.

 

Apoiando a transição da manutenção corretiva para a preditiva

Sabemos que eliminar paradas não desejadas na sua fábrica pode parecer uma tarefa difícil. Mas não é!

A maioria das fábricas ainda trabalham com manutenção reativa. Quebra, conserta. Quebra de novo, conserta de novo.

Isso é caro. Muito caro.

Em contrapartida, a manutenção preditiva é diferente. Você monitora o estado do equipamento, faz intervenções antes que a falha aconteça, planeja as paradas, não que elas aconteçam de surpresa.

A Metalite ajuda nessa transição. Porque quando você usa os produtos certos, o seu tempo médio entre falhas (MTBF) sobe significativamente. As paradas planejadas ficam previsíveis. Consequentemente, o orçamento fica estável.

E você consegue otimizar a sua manutenção de verdade.

 

Perguntas que você provavelmente está fazendo agora

Como calcular o custo real do downtime na minha fábrica?

Comece simples:

Receita por hora ÷ 24 = receita por hora. Margem de lucro × receita por hora = lucro por hora.

Agora multiplique o número de horas de parada pelo lucro por hora. Esse é o seu custo de downtime.

Mas lembre: isso é só a conta simples. Portanto, adicione custo de mão de obra ociosa, matéria-prima perdida, atraso em entregas, e você terá o número real.

 

Qual a diferença entre um lubrificante comum e um de alta performance?

Simples: um funciona numa faixa ampla de condições, aceitando compromissos. Por outro lado, o outro é formulado para condições específicas, oferecendo desempenho máximo.

É a diferença entre um pneu genérico e um pneu de corrida. Ambos levam você de A para B. Mas em velocidade, durabilidade e segurança, não é a mesma coisa.

 

Quando devo substituir gaxetas tradicionais por soluções injetáveis?

Quando o custo de desmontagem for maior que o custo da solução. E na maioria dos casos, é. Afinal, uma parada de 4 horas custa mais que uma gaxeta injetável.

 

Como os produtos certos ajudam a aumentar o MTBF?

Simples: reduzindo o atrito, evitando vazamentos, protegendo contra desgaste severo. Menos problemas = mais tempo de operação contínua = menos paradas.

 

O próximo passo é seu

Você já sabe que o downtime custa caro. E você já sabe que não é algo que deve ser aceito como “normal” da indústria.

Agora é questão de decisão. Continuar com a abordagem reativa, ou começar a investir em uma solução real.

Se você está no ramo industrial e tem máquinas que precisam de confiabilidade, a conversa com a Metalite não é opcional. Sem dúvida, é necessária.

Quer um diagnóstico técnico sem compromisso do seu equipamento?

Nos chame no WhatsApp ou ligue agora. Vamos conversar sobre sua operação e apontar exatamente onde estão as oportunidades.

 

Te ajudamos a eliminar paradas não desejadas na sua fábrica!

Manutenção de Gaxetas: Dicas para Prolongar sua Vida Útil

A eficiência e a segurança dos sistemas industriais dependem da manutenção correta das gaxetas, elementos necessários para uma boa vedação. Isso é particularmente importante quando se considera eficiência e segurança no sistema industrial. 

Uma vedação eficaz, demanda inspeções periódicas e cuidados adequados com as gaxetas para que o risco de falha e vazamento não impeça a operação das máquinas e a segurança no local de trabalho. 

Portanto, um regime bem mantido pode realmente prolongar a vida útil da gaxeta e, além disso, melhorar o desempenho dos sistemas como um todo.

Inspeção Regular

A vida útil e o desempenho das gaxetas exigem uma parte importante em sua manutenção — inspeção frequente para garantir sua integridade. Essas verificações podem ajudar a encontrar sinais de desgaste e danos, que, se não forem cuidados, podem levar a uma falha.

Isso deve ser seguido pela verificação se a gaxeta desenvolveu rachaduras, endurecimento, erosão ou qualquer outra deformidade e se chegou a hora de substituí-la ou repará-la. Além disso, inspeções frequentes dessa natureza facilitariam o planejamento da manutenção preventiva, reduzindo assim as incidências de interrupções não planejadas.

A documentação adequada dos resultados obtidos na inspeção ajudará na análise eficaz de tendências para fazer mudanças proativas nos intervalos de manutenção. Esta é uma maneira eficaz de estender a vida útil das gaxetas e manter sempre os sistemas seguros e funcionais.

Limpeza Adequada

As gaxetas devem ser limpas e mantidas adequadamente para garantir que sua eficácia seja mantida e sua vida útil seja estendida. A limpeza é realizada para remover resíduos que possam afetar a vedação ou o funcionamento do equipamento. Esses agentes de limpeza devem ser compatíveis com os materiais da gaxeta para evitar danos.

Da mesma forma, áreas adjacentes limpas garantem que a vedação não seja afetada pela poluição externa. A manutenção desse tipo é considerada importante para cumprir as prescrições do fabricante para a manutenção das propriedades da gaxeta.

Situações de limpeza necessária podem incluir

  • Depois da aplicação de produtos químicos agressivos;
  • Em ambientes com muitos detritos
  • Antes de realizar inspeções periódicas para permitir uma inspeção precisa; após realizar a manutenção em qualquer equipamento para se livrar de resíduos; e como parte de um esquema de manutenção preventiva.

Ajustes e Reposições

A manutenção de gaxetas, deve ser preventiva ou preditiva, é preciso ser considerada o aspecto mais crítico do gerenciamento de equipamentos industriais. Sua condição deve ser observada de perto para qualquer sinal de desgaste ou dano, como alterações na textura, flexibilidade ou eficácia da vedação; para determinar quando ajustes ou substituições são devidos.

A adesão às condições de uso e às especificações do fabricante ajuda a prever um cronograma eficaz de manutenção baseado em condições que podem evitar falhas.

A seleção adequada de materiais e tipos de gaxetas para aplicações específicas levará a gaxeta a ter uma vida útil e desempenho melhores, minimizando assim as frequências de trocas. Em casos de troca, também deve haver um acompanhamento das técnicas de instalação recomendadas para que a nova gaxeta possa ser colocada corretamente e tenha um desempenho eficaz.

Exemplo:

– Se as gaxetas ficarem gastas, danificadas ou não forem mais capazes de vedar, substitua-as ou repare-as.

– O desempenho da gaxeta é observado e verificações de rotina mostram o momento em que essas intervenções são apropriadas.

Siga as práticas recomendadas pelo fabricante e as práticas gerais da indústria para ajustes de calibração ou reposição.

Prevenção de Problemas Comuns 

Problemas comuns de desgaste precoce devido à incompatibilidade do material com o ambiente operacional, instalação inadequada que pode levar a uma vedação ineficaz e falta de manutenção regular oportuna que resulta em quebras são os principais problemas.

Tudo isso se baseia na boa seleção de gaxetas compatíveis com as condições exatas de operação, de acordo com as instruções do fabricante, e na criação de um programa preventivo de manutenção, incluindo inspeção e substituição de gaxetas conforme necessário.

Problemas Comuns e como Evitá-los:

Incompatibilidade química: A gaxeta, composta de material insatisfatório, pode ter suas propriedades químicas reduzidas com a influência de alguns produtos químicos, levando ao enfraquecimento da capacidade de vedação.

Solução: escolha uma gaxeta que seja compatível com os produtos químicos encontrados.

Deterioração por Alta Temperatura: Algumas gaxetas não toleram altas temperaturas; portanto, sua exposição a isso os levará à deterioração imediata e ao fracasso.

Solução: Selecione a gaxeta compatível com a faixa de temperaturas de operação.

Má vedação devido à instalação incorreta: A instalação incorreta pode levar a uma má vedação, causando possíveis vazamentos.

Solução: Instale perfeitamente de acordo com as instruções do fabricante.

Erosão causada por fluido abrasivo: O fluido contendo partículas abrasivas causa desgaste na gaxeta.

Solução: Gaxetas especialmente projetadas para resistir ao atrito.

Relaxamento de tensão ao longo do tempo: A gaxeta pode perder sua tensão e a capacidade de vedação.

Solução: Opte por um material de gaxeta que mantenha a tensão.

Conclusão

Inspeção regular, limpeza correta, ajustes e substituições oportunos e maneiras de evitar falhas comuns. Ao seguir essas práticas recomendadas, entrar em contato com ajuda profissional quando necessário garante que os sistemas sejam seguros e funcionais. 

Fale com os profissionais da Metalite que podem dar soluções e insights específicos sobre como as gaxetas são usadas.

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